domingo, 16 de maio de 2010

To the Blackest Night

Misturando sangue e vinho
Vinho e fel
Todas as impurezas desse mundo
Temos o ser-humano
No escuro o silêncio
Um Deus arrependido

Uma ilusão fétida
Um devaneio mórbido
Onde o mundo
Este velho mundo
É lindo e vazio
Sem guerras, sem amor, sem nós

Não há mais amanhecer
Não há mais estrelas no céu
À noite mais escura
Um brinde de sangue e vinho

Das mais negras tristezas
Das ancestrais mentiras
Um grito escapa da garganta
Um grito dizendo
Adeus

2 comentários:

  1. Sem guerras? Seria bom que isso fosse verdade!
    Gostei!
    Bjo em tu!

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  2. Arrebentou mano, tu é ferra!

    Meu blog: www.espelhodaseras.blogspot.com

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